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FG investe no Ensino Superior de qualidade e coloca Guanambi na vanguarda

 

felipe gabriel duarte

Entrevista Felipe Gabriel Duarte
Diretor-geral da FG

Por João Marins

A Faculdade Guanambi (FG), uma das maiores instituições privadas de educação da Bahia e a primeira da região da Serra Geral, em estruturas física e pedagógica, acaba de inaugurar (28 de agosto) seu novo campus, disponibilizando ampla e moderna estruturas, dignas das mais respeitadas instituições de ensino superior privado do país.

Para falar sobre a instituição, dos propósitos que advirão com a nova sede, da estrutura de ensino que hoje oferece e de suas metas e projeções futuras, entrevistamos, com exclusividade para a Revista Integração, o seu diretor-geral, Felipe Gabriel Duarte.

INTEGRAÇÃO — Quais as dimensões estrutural e física do novo Campus da FG e como está dividido?

FELIPE — João, a dimensão física a gente pode até dimensionar, mas o capital político e social que ela exerce é imensurável. Na física, nós estamos estruturados numa área de 30.000 m2, temos 18.000 m2 de edificação, que está compreendida de um prédio onde estão alocadas 40 salas de aula, 22 laboratórios de prática, uma biblioteca com uma área de aproximadamente 900 m2, incrementada com acervo aberto, biblioteca virtual (com 12 gabinetes) para estudo coletivo, além de gabinetes individuais. Procuramos alocar a parte administrativa e acadêmica num núcleo só, pensando no aluno, de forma que ele possa contemplar suas indagações, tanto na parte acadêmica, administrativa quanto na parte financeira. Além desse prédio principal, temos uma Área de Convivência — que homenageia o saudoso Gegê Bakana, aluno da primeira turma de administração da FG —, uma área de música e de lazer, onde os alunos poderão interagir de forma descontraída e saudável. Temos também um área poliesportiva — homenagem ao desportista Mosquito. Temos, por fim, uma área com sala de estar, ar climatizado, banheiros, cozinha americana, etc., destinada ao descanso dos motoristas das vans que transportam nossos alunos das cidades circunvizinhas. Preocupamos também com área de estacionamento: destinamos um espaço para 200 carros e aproximadamente 400 motocicletas e mais uma área externa para acomodar mais 90 veículos.

O projeto da FG foi muito pensado, levando-se em conta a nossa experiência nessa atividade do ensino superior; buscamos informações em várias instituições de ensino implantadas no Brasil, buscando sempre balizar por cima; visitamos muitas faculdades para chegar nesta planta. Foi uma planta concebida pelo corpo técnico da nossa instituição: fizemos e discutimos o projeto juntos para depois chamar o arquiteto e o engenheiro civil para adequar às normas técnicas exigidas.

INTEGRAÇÃO — O fato de consultar sua equipe técnica e pessoas que atuam na área da educação faz da FG uma instituição mais moderna e prática?

FELIPE — Além de ser mais moderna e mais prática, ela é mais confortável. Cada funcionário já conhece o ambiente que vai trabalhar, porque ele ajudou a projetar. Além dessas discussões que foram elaboradas com nossos funcionários e professores, também seguimos um padrão do MEC, que é balizado em três dimensões do seu instrumento de avaliação: ditático-pedagógica, corpo docente e estrutura física. Nós atendemos a 100% do que o Ministério da Educação exige. Além da gente ter contemplado o que o MEC exige, nós entramos com a parte do bem-estar do ambiente: decoração, preocupação com a qualidade do material que foi trabalhado; tudo de excelente qualidade e requinte, como piso de granito, ambiente climatizado, banheiros modernos e confortáveis, etc.

INTEGRAÇÃO — Tudo foi projetado para hoje e mais quantos anos?

FELIPE — Quando fizemos esse projeto, em 2011, tínhamos 1.200 alunos. Hoje a FG trabalha com 3.500 alunos. Temos 11 cursos instalados em dois turnos, matutino e noturno. Temos duas linhas de raciocínios para definir uma instituição de ensino: ou você vende ensino a qualquer preço, pensando simplesmente no lucro, ou você pode edificar o seu projeto num modelo pedagógico denso, no investimento de um corpo docente mais caro e numa carga horária mais densa. Optamos pela segunda proposta. Hoje temos mais de 50 dos nossos professores em regime parcial/integração – um procedimento caro que poucas instituições do Brasil adotam. Em contrapartida, o resultado aparece. Pensamos em construir o nome da nossa instituição alicerçada num projeto responsável. Pensamos sempre no melhor, porque o maior vem em seguida.

Hoje a nossa instituição é reconhecida em todo o Brasil. Onde se fala da Faculdade Guanambi, ela está alinhada às melhores. Nosso curso de Direito, por exemplo, de conceito elevadíssimo na OAB, tem o maior índice de aprovação da Bahia. Estamos num índice de aprovação no mesmo patamar das melhores instituições do Brasil.

INTEGRAÇÃO — Para os parâmetros do MEC, qual a avaliação dos cursos da FG e da instituição como um todo?

FELIPE — É excelente. Para se ter uma idéia, todos os cursos do Ministério da Educação são avaliados de 1 a 5, naquelas três dimensões que pontuei. Não temos nenhum curso e nenhuma avaliação institucional que seja menor de 4. O curso de Direito é 5 – o único privado da Bahia; o curso de Psicologia foi avaliado com nota 5. Temos hoje o curso de Farmácia, por exemplo, que foi implantado baseado na portaria normativa Nº 10, que determina: a instituição que for expertease pode implantar um curso sem avaliação do MEC. Uma cidade do porte da nossa, que acomoda uma instituição como a nossa, tem poucas no Brasil.

INTEGRAÇÃO — E o curso de Medicina, quando chega?

FELIPE — Estamos trabalhando desde 2009. Em 2010 recebemos uma avaliação do MEC, feita pelo INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – e nós conseguimos um resultado satisfatório para implantação do curso de Medicina. Ocorre que isso demanda um tempo absurdo, porque é um curso que tem uma regulação à parte, que tramita pelo Conselho da Saúde e também pelo Conselho Federal de Medicina. Hoje qualquer curso de Medicina para ser autorizado no Brasil não tramita mais pelo Sistema Eletrônico e-MEC. É trasmitido através de edital público. Estamos, portanto, aguardando a publicação desse edital.

INTEGRACÃO — A estrutura física da FG e a estrutura hospitalar que o município e o Estado se dispuseram a oferecer, necessária ao curso, tudo isso serve de aval?

FELEPE — O município deGuanambi já está habilitado a receber o curso de Medicina. Nós trabalhamos junto à Secretaria de Saúda do Estado para o credenciamento de Guanambi. E conseguimos, visto que a Bahia é um dos estados que tem menos curso de medicina implantado nos municípios; é o segundo Estado em deficiência de disponibilidade médica do Brasil.

Nós temos um projeto muito audacioso: temos uma proposta de um projeto que já está tramitando para andar em paralelo com o curso de Medicina: é a implantação de um hospital aqui em nossa cidade. Nós já investimos um valor bastante razoável para o estudo de viabilidade.

INTEGRAÇÃO — Você disse que a FG recebe professores de diversas partes do país. O fato de Guanambi não dispor de uma linha aérea regular isso dificulta?

FELIPE — Nossos professores de Direito todos têm Mestrado e todos vêm do Rio de Janeiro ou Rio Grande do Sul dar aulas aqui. Eles se deslocam de avião até Vitória da Conquista e de lá para cá a gente tem que providenciar táxi ou outro transporte. Isso causa um transtorno muito grande. Um aeroporto aqui facilitaria muito, ajudaria no crescimento da cidade. Num evento como o de amanhã [inauguração do Campus], um marco histórico para nossa cidade, quantas pessoas estão deixando de vir por uma questão logística!4 Nós temos hoje parcerias com grandes instituições do Brasil, inclusive com a universidade de Lisboa [Portugal]. Os alunos da nossa instituição poderiam fazer intercâmbio com Portugal e vice-versa. Então, não consigo entender o que está acontecendo. Esse aeroporto parado é um atrofiamento.

INTEGRAÇÃO — E os cursos de pós-graduação?

FELIPE — Hoje nós temos parceria com duas grandes instituições: CICLO – Instituição educacional de Aracaju/Sergipe -, e temos também aqui com o Aroldo, da UNIGRAD, que tem sede em Vitória da Conquista e faz gestão das pós-graduações aqui em Guanambi, em Conquista, Ilhéus, Itabuna e Eunápolis. Temos hoje mais de 30 cursos em pós-graduação, com mais de 1.800 alunos.

INTEGRAÇÃO — E a estrutura antiga da FG, vai continuar em funcionamento?

FELIPE — Lá vai funcionar um centro de formação de técnicos e de tecnólogos. Georgheton Nogueira, nosso diretor acadêmico/administrativo, ele é quem está encabeçando essa nova proposta de expansão.

INTEGRAÇÃO — Recurso próprio, financiado ou de parceria: quanto a FG empreendeu na nova sede?

FELIPE — Investimos aqui quase 24 milhões. Você acompanha o nosso trabalho há muitos anos e você sabe o quanto ralamos para chegar até aqui. Foi muito trabalho, mas me sinto muito feliz, e é um orgulho muito grande pra gente de poder participar de um projeto com esse conteúdo, que transforma a sociedade de uma cidade, de uma região. Isto aqui é uma fábrica de sonhos e as pessoas depositam aqui suas expectativas de vida e de futuro.

INTEGRAÇÃO — Existe parceria com Prefeituras ou sociedade neste empreendimento?

FELIPE — Não tem participação de Prefeitura. A sociedade aqui é composta por duas famílias: Duarte e Santana; a Duarte, eu e meu pai [Pedro Gomes Duarte], tem 50% do capital, e a família de Joselito Santana, ele o seu filho Alex Santana, com a outra metade. É uma instituição privada, independente, e temos parcerias, a exemplo da UNIGRAD, que nos ajudam na gestão das pós-graduações.

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