EDIÇÃO ATUAL

Guanambi . Bahia .


Você está aqui: Capa » Cidades » Caetité » Ministro de Minas e Energia se reúne com diretoria da INB na sede da empresa

Ministro de Minas e Energia se reúne com diretoria da INB na sede da empresa

Visita ministro ok

O objetivo da visita foi conhecer o panorama atual da INB, focando na área de mineração (foto: divulgação)

O ministro de Minas e Energia, Almirante Bento Albuquerque, esteve hoje (02/05) na sede da Indústrias Nucleares do Brasil – INB, no Rio de Janeiro, onde se reuniu com o presidente da empresa, Carlos Freire Moreira, com os diretores de Recursos Minerais, Finanças e Administração, Produção do Combustível Nuclear e Enriquecimento Isotópico de Urânio. O objetivo da visita foi conhecer o panorama atual da INB, focando na área de mineração.

Carlos Freire falou sobre as unidades de Caetité/BA, Caldas/MG e Santa Quitéria/CE, explicando as dificuldades, os avanços e os possíveis caminhos de cada projeto nessas localidades. O presidente da INB apresentou alguns modelos de negócios, visando a flexibilização do monopólio de urânio. Ficou evidente que cada unidade de exploração tem um perfil diferente e demanda um modelo de negócios e parceria específicos. Freire também citou as oportunidades no mercado internacional de urânio em que a empresa poderia atuar.

O ministro disse que visitou todos os órgãos vinculados ao ministério e que a ideia é acompanhar os projetos e ajudar a buscar caminhos para viabilizá-los. Sobre o setor nuclear, afirmou: “Eu entendo que o caminho a ser perseguido é o aperfeiçoamento dos marcos regulatórios. É um momento de grande oportunidade para o setor nuclear, pela visão do governo e do presidente da República, favorável a essa  fonte energética”.

Durante a reunião, Freire também destacou a diminuição da dependência do Tesouro da INB de 35% para 29%, se tornando hoje uma das estatais com menor grau de dependência do governo. O presidente também citou a diversificação de mercados que a INB está buscando, como a prestação de serviço em reatores nucleares e a venda de UO2 para a Argentina, para alcançar a meta do planejamento estratégico de autossuficiência financeira até 2026.

Comente esta matéria

O seu endereço de email não será publicado. Campos requeridos estão marcados *

*

Não serão publicados comentários com xingamentos e ofensas ou que incitem a intolerância ou o crime. Os comentários devem ser sobre o tema da matéria e sobre os comentários que surgirem. As mensagens que não atendam a essas normas serão deletadas. Os que transgredirem essas normas poderão ter interrompido seu acesso a este veículo.

Scroll To Top