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Urânio em água de poço na Bahia é de origem natural: informa INB

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IBAMA concluiu que os teores de urânio detectados nas águas de poço na localidade de Varginha, município de Lagoa Real/BA são provenientes do ambiente geológico em que se insere. (foto reprodução Lagoa Real News)

Sobre as recentes divulgações na mídia sobre altas concentrações de urânio em água de Caetité e Lagoa Real/BA, que seriam alvo de investigação pelo Ministério Público Federal, a INB – Indústrias Nucleares do Brasil informa em nota que recebeu e já respondeu o ofício do Ministério Público Estadual da Bahia expedido no dia 11/03/2019, mas que ainda não recebeu nenhum ofício do Ministério Público Federal.

A notificação do MPE – diz a nota – faz referência à notícia veiculada no jornal “O Estado de S. Paulo” em 2015. O caso – continua –  foi amplamente esclarecido pela empresa na época, tendo recebido parecer conclusivo do IBAMA, em 2016, de que o urânio encontrado na água do referido poço é de origem natural.

Segundo a nota da empresa, a partir de estudos e análises sobre as condições da geologia e da hidrologia da região de Caetité e dos programas de monitoramento ambiental e radiológico desenvolvidos pela Unidade de Concentrado de Urânio das Indústrias Nucleares do Brasil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) concluiu que os teores de urânio detectados nas águas de poço na localidade de Varginha, município de Lagoa Real/BA são provenientes do ambiente geológico em que se insere.

A empresa esclarece, ainda, que Tribunal de Contas da União (TCU), por meio da Secretaria de Controle Externo da Agricultura e do Meio Ambiente (SecexAmbiental), também já encerrou o processo que havia instaurado em 2016 para acompanhar as notícias de possível contaminação de águas por urânio, concluindo em seu parecer: “com as informações trazidas aos autos considera-se que a ocorrência de Urânio nos poços de Lagoa Real, veiculada na imprensa, não possui relação com as atividades desenvolvidas pela INB na região e licenciadas pelo Ibama, não tendo sido identificados também indícios de irregularidades no processo de licenciamento”.

Por fim, a INB disse lamentar ver a população exposta novamente a esses questionamentos esclarecidos desde 2016, mas reitera que está à disposição para prestar qualquer informação aos cidadãos e aos órgãos competentes. Reafirmando que a empresa monitora permanentemente suas atividades e o entorno de onde a sua unidade está instalada, e reafirma o seu compromisso com a preservação do meio ambiente e a saúde da população.

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