
Com mais de uma década de atuação, programa fortalece práticas regenerativas no campo e já impacta produtores no Paraná e no Rio Grande do Sul. (Divulgação)
A agricultura brasileira enfrenta um desafio crescente: produzir mais em meio aos efeitos de secas, enchentes e outros eventos climáticos extremos. Para apoiar o produtor rural na construção de sistemas mais resilientes, a JTI mantém, há mais de 10 anos, o JTIBio – programa que integra conservação da biodiversidade, aumento da produtividade e geração de conhecimento no campo.
Criado em parceria com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), o projeto começou em 2014 no Paraná e, desde o início de 2024, também está presente no interior do Rio Grande do Sul. O JTIBio promove um diagnóstico completo de cada propriedade participante, incluindo fauna, flora e áreas de preservação permanente (APPs) e conservação do solo.
A partir desse diagnóstico, é elaborado um plano de ação individualizado, com metas e acompanhamento técnico para medir o progresso ao longo do tempo. “A força do programa está no envolvimento direto do produtor. As soluções não são padronizadas; cada propriedade recebe um plano adaptado à sua realidade, para que sustentabilidade e produtividade avancem juntas”, afirma Fernanda Regina Wagner, supervisora de Treinamento e Projetos Agroambientais da JTI.
Entre as práticas incentivadas estão o reflorestamento de áreas degradadas, a substituição de espécies invasoras por vegetação nativa e o manejo do solo para conservar sua fertilidade. Produtores relatam benefícios diretos, como a redução de custos com insumos, melhor equilíbrio ecológico e incremento na produção. “O JTIBio – vai além de recuperar áreas verdes. Ele fortalece o papel do produtor rural como guardião da biodiversidade e agente de transformação positiva em sua comunidade”, observa Fernanda.
No Rio Grande do Sul, 22 propriedades participam da fase inicial do programa em municípios como Arroio do Tigre, Sobradinho, Ibarama e Estrela Velha. Para muitos desses produtores, o projeto tem sido uma resposta concreta aos impactos causados pelas enchentes de 2024, oferecendo suporte técnico para a restauração das áreas afetadas. “Estamos construindo, junto com os produtores, um legado de longo prazo. Sustentabilidade não é uma meta isolada, mas um caminho que percorremos lado a lado, pensando no futuro do campo e das próximas gerações”, declara Fernanda.
O JTIBio integra o portfólio de ações de ESG da companhia, que também inclui o Plano de Transição Climática, com meta de neutralidade de carbono até 2030, e iniciativas de economia circular que reaproveitam 100% dos resíduos industriais de Santa Cruz do Sul, transformando-os em insumos para o campo.
JTIBio em números
- Ano de criação: 2014
- Produtores participantes: cerca de 100 (PR + RS)
- Municípios atendidos: 9 no Paraná (Agudos do Sul, Campo do Tenente, Ipiranga, Ivaí, Mallet, Palmeira, Paula Freitas, Paulo Frontin, Piên, Quitandinha, Rebouças, Rio Azul, Rio Negro, São João do Triunfo, São Mateus do Sul) e 5 no RS (Arroio do Tigre, Estrela Velha, Ibarama, Lagoão e Segredo
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Fonte: Imprensa JTI / Por: Paulo Andreoli & Partners





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