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Em apenas dois anos o PIX se tornou o maior método de pagamento no país

Segundo números divulgados nesta quarta-feira (19) pelo Banco Central (BC), o Pix bateu recorde em março, com 3,003 bilhões de operações no mês. (© Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

Segundo números divulgados nesta quarta-feira (19) pelo Banco Central (BC), o Pix bateu recorde em março, com 3,003 bilhões de operações no mês. (© Marcello Casal Jr / Agência Brasil)

Informações recentes do Banco Central apontam que a modalidade de pagamento por PIX alcançou 29% de todas as transações feitas em 2022, contra 16% registrados em 2021. Além disso, por possibilitar transferências instantâneas e sem pagamento de taxas extras durante 24h, o sistema é considerado o meio de pagamento favorito do brasileiro, conforme a pesquisa Carat Insights, realizada pela Fiserv.

Entre os motivos para essa escolha, estão o fato de ser rápido, prático e dispensar a necessidade de se andar com dinheiro físico, além de baratear as transações bancárias, sendo vantajoso tanto para empresas quanto consumidores, conforme explica Nathan Marion, General Manager da startup colombiana Yuno.

“O Pix – explica Nathan – é um fenômeno de adoção sem precedentes em todo o mundo. Em apenas dois anos se tornou o maior método de pagamento no país em número de transações, e continua crescendo rapidamente. Os últimos números do Banco Central mostram que mais que 140 milhões de usuários únicos já realizaram um Pix, e todos os meses vemos recordes de volume financeiro e de transações sendo quebrados. O fenômeno de pagamentos instantâneos, onde o Pix se destaca globalmente, traz ganhos reais para uma economia, promovendo competição, provendo acesso a serviços financeiros que a população em geral não tinha, trazendo eficiência e digitalização, diminuindo muito os custos da cadeia de pagamentos, principalmente para as empresas. Essa são apenas algumas das razões da adoção em massa e coloca o Pix como exemplo a ser seguido.”

Nathan Marion, General Manager da startup colombiana Yuno. ((Foto: divulgação)

Nathan Marion, General Manager da startup colombiana Yuno. ((Foto: divulgação)

Novas regras para 2023

Criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, o PIX (Sistema de Pagamentos Instantâneos), anunciou novas regras para 2023.  Uma delas é que as transações passam a não ter limite de valor dentro de um período do dia: o usuário pode, em um único PIX, transferir todo o seu limite para o horário. O BC também aumentou o limite para retirada de dinheiro nas modalidades Saque e Troco.

Não há um valor mínimo e nem máximo de transação que podem ser feitas por pessoas físicas em cada período, mas eles podem ser definidos por cada banco de acordo com os seguintes parâmetros do BC:

  • Período diurno: igual ao da TED
  • Período noturno: R$ 1 mil

Nas modalidades Pix Saque e Pix Troco há um limite máximo para retirada de dinheiro:

  • Diurno: R$ 3 mil
  • Noturno: R$ 1 mil

É permitido ao usuário personalizar esse valor e a hora de início do período noturno: basta realizar o pedido no banco no qual tem conta. Os bancos têm até 48 horas para aceitar pedidos de aumento do limite do valor. No caso de redução do limite, as instituições financeiras devem aceitar o pedido de forma imediata.

Fontes: Pedro Zago | Ascom Yuno

E Site Investnews.com.br

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