
Testes realizados pelo laboratório Quasar Bio em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas da USP apresentaram eficiência de geradores de ozônio de até 99,96% contra o novo coronavírus. Foto: divulgação.
Por meio de testes realizados em laboratório de Nível de Biossegurança 3 (NB-3) pela Quasar Bio, empresa de base biotecnológica de pesquisa, em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP), e encabeçados pelo pesquisador da USP, Dr. Lucio Freitas Junior, constatou-se que o ozônio produzido pelos equipamentos testados da empresa WIER é um forte aliado para combater o SARS-CoV-2, causador da doença Covid-19. A ação virucida do gerador de ozônio modelo OZmini, contra o SARS-CoV-2, foi de 99,34%. Já o modelo OZpro apresentou eficiência de 99,96%.
Neste propósito, a WIER oferece soluções com tecnologia de plasma frio e ozônio (O3) que acaba de comprovar, mediante estudo, a eficiência de seus geradores contra o novo coronavírus; uma validação importante para seus equipamentos.
“É uma tecnologia nova que apresentou alto poder de eficácia na inativação do vírus em ambientes fechados. Lutamos contra um inimigo invisível e toda descoberta vem a adicionar na questão de proteção à vida das pessoas. É um passo na direção certa para trazer mais confiabilidade e praticidade no cotidiano. Por meio dessa tecnologia será possível aumentar a higienização de locais em que costumam ter grande circulação de indivíduos, como transporte público, escolas e hotéis”, informa o pesquisador.
A descoberta, que é uma novidade no Brasil, foi feita após uma avaliação quantitativa referente à capacidade de inativação das partículas do vírus SARS-CoV-2 pelos equipamentos da WIER. Neste caso, o tempo de exposição para o gerador modelo OZmini foi de 25 minutos. Já para a versão OZpro, a duração da exposição foi de 15 minutos. Os instrumentos, portanto, demonstraram ter capacidade de inativar grande parte das partículas virais.
“Em nossos 9 anos de existência no mercado, já entregamos mais de 20 mil geradores de ozônio pelo mundo para ajudar no combate a microrganismos, mofo e odores em ambientes como residências, salas de aula, hotéis, salas comerciais, automóveis, ônibus, entre outros setores. O resultado específico com o vírus SARS-CoV-2, é exclusivo da WIER e do Brasil. Nosso intuito foi apresentar uma tecnologia para ajudar a frear o avanço da pandemia, reduzindo, dessa maneira, casos de contaminação e contribuindo para a retomada da economia”, descreve Dr. Bruno Mena Cadorin, fundador e CEO da WIER.
Os testes foram realizados em laboratório NB-3, seguindo todos os padrões de segurança, boas práticas de laboratório e metodologias de órgãos internacionais. Vale ressaltar que não é indicado para o tratamento de pessoas infectadas, mas somente para a higienização de ambientes, afirma Cadorin.
Como é feita a aplicação do ozônio?
A aplicação do ozônio em ambientes é simples e automática. O ambiente deve ser fechado (portas, janelas e outras frestas), impedindo a entrada de pessoas no local durante o funcionamento. Em um quarto, por exemplo, gavetas e portas de armários devem ser abertas para que o ozônio, que é um gás natural formado a partir do oxigênio do ar (O2), possa circular em todas as superfícies.
Testes realizados pela WIER indicam que o tempo de atuação de seus geradores variam de acordo com a altura e metragem do ambiente para alcançar um resultado preciso na remoção de bactérias e fungos. Outros testes de laboratórios desenvolvidos pela empresa, com área de 25 m² e altura de 3 metros, por exemplo, apresentaram remoção de bactérias e fungos totais nas superfícies dos objetos e no ar que se respira, de mais de 90%, com uma hora de aplicação. Quanto maior o ambiente, maior é o período que o gerador deverá ser utilizado no local.
Fabricação 100% brasileira
Os equipamentos WIER possuem fabricação 100% brasileira e estão presentes em cinco continentes, em mais de 20 países.
Com Informações da Máquina Cohn & Wolfe





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